

Curitiba destaca-se como uma referência mundial em desenvolvimento social, econômico e ambiental, consolidando a sua posição entre as cidades mais competitivas do mundo.
Com políticas de incentivo governamental para atrair cada vez mais novas empresas, impulsionando projetos de infraestrutura e mantendo o diálogo com o setor produtivo, a cidade desponta também como um excelente mercado para o setor da construção civil.
É uma das poucas capitais do País a oferecer ainda disponibilidade de áreas para construção, com boas perspectivas de lucro, dotadas de excelentes serviços de lazer, educação, transportes, comércio e urbanização.
Hoje a cidade tem a capacidade para receber negócios de qualquer natureza, contando com um nível internacional de qualificação profissional e fatores conjunturais excelentes, como a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas – impulsionando o mercado imobiliário como um todo.

Além de todas essas vantagens, Curitiba será uma das cidades sedes da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, o que certamente trará novos investimentos e aporte de recursos para a cidade, implicando diretamente no setor da construção civil e em todos os aspectos relacionados à melhoria da infraestrutura urbana na capital paranaense.
A cidade já oferece potencial para o crescimento e o desenvolvimento em vários segmentos de mercado, em especial nos setores de ponta, com tecnológico e industrial, devendo crescer ainda no setor hoteleiro.
Programas estratégicos da Prefeitura de Curitiba têm como objetivo incentivar o desenvolvimento local, fortalecendo as iniciativas que possam resultar na sustentabilidade das empresas e na geração de novos negócios.

Curitiba é uma cidade que possui fatores importantes para todo investidor - política urbana, mobilidade, conectividade, infra-estrutura, logística e disponibilidade de energia.

Está em um ambiente propício para abrigar grandes negócios. Fica a uma distância de 400 km de São Paulo, considerado o maior centro econômico do Brasil.
A localização também a coloca como porta de entrada privilegiada para os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

Entre as facilidades oferecidas estão backbones (supervias digitais), estações radiobases (ERBs), ADSL (internet com sistema de banda larga) e WI-FI (internet sem-fio), além de rodovias, aeroportos e a proximidade com os portos de Paranaguá e Antonina, localizados no Paraná, e de Navegantes e São Francisco, em Santa Catarina.
A mão-de-obra qualificada formada por 55 instituições de ensino superior também torna a cidade atrativa para novos investimentos.

Desde 1970, o planejamento urbano foi capaz de fazer da cidade um modelo de gestão urbana, de transporte coletivo e de preservação do meio ambiente.

Curitiba possui indicadores que respaldam sua fama em possuir uma das melhores qualidades de vida do Brasil.
• Índice Municipal de Desenvolvimento Humano (IDHM) da capital é de 0,856
• Índice de Condição de Vida (ICV) é de 0,808
• Índice Sintético de Satisfação da Qualidade de Vida é de 81,75%
• Taxa de alfabetização na cidade chega a 96,86%.

A economia de Curitiba tem crescido a taxas superiores à media nacional. Nos últimos cinco anos o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade registrou um crescimento nominal superior a 73%, saltando de R$ 20,5 bilhões, em 2002, para quase R$ 36 bilhões, em 2007.

• Vencedora, por unanimidade, do prêmio Globe Award Sustainable City, que elege a cada ano a cidade mais sustentável do mundo. Organizada pelo Globe Forum, da Suécia, venceu os concorrentes: Sydney (Austrália), Malmö (Suécia), Murcia (Espanha), Songpa (Coreia do Sul) e Stargard Szczecinski (Polônia).
• 2° Pólo Automobilístico do Brasil;
• Uma das cidades brasileiras mais atraentes para se investir – Revista Watson Wyatt – dezembro/2007;
• 2ª Melhor Cidade para Negócios no Brasil e 5ª Melhor Cidade da América Latina para Negócios – Revista América Economia (2005 e 2006);
• 2º Pólo de Inovação Tecnológica do Brasil – Pesquisa IPEA (divulgação: Folha de S. Paulo, 2005);
• Melhor Destino de Negócios: Revista Veja, 2007;
• Campeãs de Infra-estrutura, 3ª colocada: Revista Exame, 2006;
• 2ª Melhor Cidade do Sul do Brasil para se trabalhar: Revista Você S/A, 2005;
• Prêmio BID: Curitiba entre os 5 melhores projetos de desenvolvimento econômico – AL e Caribe (único do Brasil) - outubro/2007;
• Prêmio “Rede APL-PR/SENAI: Apoio aos Arranjos Produtivos Locais";
• X Prêmio FINEP de Inovação Tecnológica – 3ª colocada, categoria Inovação Social, Região Sul. FINEP/MCT - Único projeto de Administração Pública.

O atual momento do mercado imobiliário da capital paranaense é de crescimento e segundo especialistas o crescimento vai continuar pelos próximos anos, por conta da demanda reprimida e por eventos como a Copa de 2014.
Dados da Ademi-PR mostram que o número de alvarás liberados para construção, em Curitiba, teve um aumento de 70% no primeiro semestre de 2010, em comparação com o mesmo período de 2009, totalizando 13.298 unidades.
Com um índice de valorização do imóvel em torno de 18%, em média, analistas consideram que as perspectivas de produção imobiliária na cidade são excelentes.
O número de apartamentos lançados no primeiro semestre de 2010 é o maior dos últimos três anos, contabilizando 3.066 imóveis, 165% a mais do que em 2007.
Destaque para as unidades de dois dormitórios, que tiverem um crescimento, neste período, de 437%, chegando a 1.267 unidades.
Para o investidor, os especialistas recomendam especial pesquisa sobre a localização e o potencial de valorização dos bairros nos próximos anos.
Um levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) no Paraná revela que os bairros Mercês, Bigorrilho, Água Verde, Vila Izabel, Juvevê e Cristo Rei, Seminário e Campo Comprido são os mais procurados. Além disso, qualquer obra de grande impacto – como a Linha Verde, por exemplo – costuma gerar valorização dos imóveis no longo prazo.
Projeções de consultorias e instituições financeiras estimam que a proporção do crédito sobre o Produto Interno Bruto (PIB) deve alcançar 53% em 2010. O crédito imobiliário é o que mais tem potencial para crescer – representa hoje cerca de 3% do PIB brasileiro, bem inferior à proporção encontrada em países como Chile (11%), México (15%) e Espanha (60%). A previsão é que ele possa alcançar 10% em cinco anos.
