Por que morar no Batel: do Castelo de 1924 à Praça do Japão
O Castelo do Batel começou a ser erguido em 1924. Um guia do bairro pela história, pela Praça do Japão e pelos prédios da Laguna.
O Castelo do Batel começou a ser construído em 1924, como sonho do cafeicultor Luiz Guimarães, e ficou pronto quatro anos depois. Mais de um século após a pedra fundamental, ele ainda é um bom ponto de partida para entender o Batel, bairro de ar residencial que costuma ser comparado aos Jardins, em São Paulo, e que funciona como passagem central para outras regiões de Curitiba.
O castelo e a história do bairro
O castelo teve vários donos e vários usos. Foi residência de Moysés Lupion, governador do Paraná em 1947, que recebeu ali convidados como o pintor Miguel Bakun. Depois abrigou o antigo Canal 12. Em 2017, era um dos endereços de eventos mais procurados da cidade.
Praça do Japão
A Praça do Japão foi construída em homenagem aos imigrantes japoneses, com desenho inspirado nos jardins orientais. Tem biblioteca de literatura nipo-brasileira e loja de artesanato, e a programação já incluiu aulas de meditação e de origami.
A Avenida do Batel
O Shopping Pátio Batel fica na Avenida do Batel. Em 2017, reunia vitrines de marcas internacionais como Tiffany, Louis Vuitton, Prada e Versace, e foi lá que abriu o GARDS, apresentado como o primeiro rooftop bar da cidade.
Na mesma avenida, no número 1713, fica a Galeria Laguna, aberta ao público em 24 de setembro de 2022. É onde a Laguna recebe quem quer conhecer os seus projetos, com decorados, maquetes e telas interativas.
Arte e mesa
A SIM Galeria, dedicada à arte contemporânea, promove desde 2011 mostras de pintura, fotografia, escultura e vídeo de artistas de vários países. Em 2017, ficava ao lado da Casa de Pedra, na Alameda Presidente Taunay, 130A.
Na comida, o bairro concentra parte dos restaurantes mais conhecidos de Curitiba. Um exemplo citado em 2017 era o Manu, de cozinha autoral, que trabalhava só com menu degustação de 7 a 9 pratos.
Onde a Laguna construiu no Batel
Em 2017, a Laguna escolheu o Batel para dois projetos. O primeiro foi o LLUM Batel, na Avenida Visconde de Guarapuava, 5345: uma torre de 20 pavimentos com 15 unidades, a maioria ocupando um andar inteiro, primeiro residencial do Brasil com pré-certificação LEED Gold.
O segundo ainda não tinha nome. Ficava na esquina da Visconde de Guarapuava com a Rua Francisco Rocha, uma das mais tradicionais do bairro, e virou o ROC Batel, lançado naquele mesmo ano: 31 residências de planta aberta, no número 165 da Francisco Rocha, sem muros nem grades. "Ouvimos os moradores do Batel", disse Gabriel Raad, então diretor geral da Laguna, ao explicar a escolha de abrir o prédio para a calçada.
Os dois já estão entregues. O Batel que eles olham é o mesmo do castelo, da praça e da avenida.
Veja os prédios: LLUM Batel e ROC Batel. Para visitar: Galeria Laguna.


