Automação residencial nos prédios da Laguna: do EOS ao PINAH
Em 2016, o EOS Barigui já tinha biometria na porta e luz integrada a ar e persianas. O que a Laguna automatiza, e o que entrega como infraestrutura.

Em outubro de 2016, a Laguna entregou o EOS Barigui, na Rua Padre Agostinho, 2.545, com fechadura biométrica na porta dos apartamentos e automação de iluminação integrada ao ar-condicionado e às persianas motorizadas. Quatro anos depois, em 2020, a Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside) contava pouco mais de 300 mil residências no Brasil com algum tipo de automação, num setor que crescia perto de 11% ao ano.
Automação residencial, nos prédios da Laguna, aparece em quatro lugares: na porta, no clima e na luz, no ar e na gestão do prédio.
A porta

O acesso foi o primeiro item a ganhar tecnologia. No EOS, a biometria abria o apartamento. No LLUM Batel, entregue em 2019 na Avenida Visconde de Guarapuava, o elevador funciona com biometria e a entrada de serviço tem fechadura biométrica. No ROC Batel, a fechadura biométrica fica na porta principal.
No TREVI Batel, em obras na Rua Hermes Fontes, com entrega prevista para 2026, o projeto prevê eclusa social e de serviço com reconhecimento facial e portaria por vídeo.
Clima e luz
O MAI Home, entregue em 2017 no Ecoville, saiu com piso aquecido controlado por termostato digital, com temperatura ajustada cômodo a cômodo, e persianas blackout motorizadas nas suítes. No PINAH, entregue em 2024 no Bigorrilho, as suítes têm persianas blackout motorizadas e automação de iluminação, cortinas e ar-condicionado.
No MAI Terraces, os banheiros receberam ponto elétrico para desembaçador de espelho e toalheiro térmico. No ALMÁA Cabral, as cabeceiras das suítes têm tomadas USB. São detalhes pequenos, mas mostram onde a casa é usada de verdade: na cama e na frente do espelho.
O ar que ninguém vê
O item mais discreto talvez seja o mais importante. No PINAH, a qualidade do ar é monitorada o tempo todo, e a renovação acontece de forma automática. O morador não aperta botão nenhum. É automação que trabalha sem pedir atenção, e qualidade do ar é uma das dez categorias do WELL, selo em que o PINAH foi o primeiro residencial pré-certificado do Brasil, em 2020.
O prédio também é automatizado
Há a automação que o morador vê e a que o condomínio usa. O LLUM tem BMS, sistema de gerenciamento predial que concentra os equipamentos das áreas comuns. O TREVI Batel segue a mesma linha, com BMS condominial e medição individualizada de energia, gás e água por apartamento.
Infraestrutura em vez de aparelho
Em vários prédios, a Laguna entrega a infraestrutura e deixa a escolha do equipamento para o morador. O MAI Home saiu com infraestrutura para ar-condicionado e automação. O ROC tem infraestrutura para ar-condicionado VRF, aspiração central e tomadas USB. O ALMÁA, infraestrutura para automação residencial.
Faz sentido. Assistente de voz, campainha sem fio e sensor de presença mudam de geração a cada poucos anos. O cabo dentro da parede e o ponto no lugar certo ficam o tempo que o prédio durar.
Veja os prédios em empreendimentos.


