Casa inteligente: a automação que a Laguna leva aos seus prédios
No EOS Barigui, entregue em 2016, a iluminação já vinha integrada ao ar-condicionado e às persianas. O que a automação residencial virou nos prédios da Laguna.
No EOS Barigui, entregue em 10 de outubro de 2016 na Rua Padre Agostinho, 2.545, perto do Parque Barigui, os apartamentos chegaram com a automação da iluminação integrada ao ar-condicionado e às persianas motorizadas. As fechaduras dos apartamentos abrem por biometria.
Em 2018, André Marin, então diretor de incorporação da Laguna, via o caminho como inevitável: "Não há escassez de possibilidades para dispositivos domésticos inteligentes na Internet das Coisas. A evolução da automação residencial é o caminho natural do presente e para o futuro."
Infraestrutura primeiro, aparelho depois
A posição da Laguna sobre casa inteligente é pragmática. Aparelho muda rápido; o que não muda é o que está dentro da parede. Por isso a construtora entrega a infraestrutura, e o morador escolhe o que pluga nela.
O LLUM Batel, o MAI Home e o EOS Barigui foram entregues com infraestrutura para automação residencial. No MAI Home, no Ecoville, entregue em novembro de 2017, a infraestrutura cobre automação e ar-condicionado, as suítes têm persianas blackout motorizadas e o apartamento tem aspiração central, com tomadas fixas nas paredes e a unidade de sucção na área de serviço.
A lógica aparece também na garagem. O LLUM Batel foi projetado com sistema de abastecimento para carros elétricos, ainda em 2015, quando o prédio foi lançado.
O que a automação faz no dia a dia
Marin descrevia o ganho em tarefas concretas: "Os dispositivos conectados podem realizar atividades relacionadas a iluminação, temperatura e controle de estoque dos alimentos, liberando o morador para executar outras tarefas."
E em conta de luz. Iluminação e conforto térmico usados com eficiência reduzem o consumo de energia. Uma persiana que fecha sozinha no fim da tarde de verão poupa trabalho do ar-condicionado. Uma luz que se apaga quando a sala esvazia não depende da memória de ninguém.
Do apartamento para o prédio inteiro
A automação também saiu da unidade e foi para o condomínio. O MAI Work, prédio comercial ao lado do MAI Home, foi entregue em 2017 com automação instalada em toda a torre. O LLUM Batel tem BMS condominial, o sistema que gerencia os equipamentos do prédio a partir de uma central, além de elevador com biometria e fechadura biométrica na entrada de serviço.
O TREVI Batel, em obras na Rua Hermes Fontes, com entrega prevista para 2026, leva a ideia mais longe. O projeto prevê BMS condominial, medição individualizada de energia, gás e água por unidade e eclusas social e de serviço com reconhecimento facial. Com a medição separada, cada morador paga e acompanha o que consome.
O que faltava em 2018
Naquele ano, Marin apontava o que ainda segurava a casa inteligente: "A disseminação dos dispositivos inteligentes depende de uma queda no custo e que as pessoas entendam os benefícios desses produtos." A parte que cabe ao prédio continua a mesma de 2016: cabo, quadro, persiana com motor e um sistema central que conversa com tudo isso.
Veja os prédios: EOS Barigui, MAI Home e TREVI Batel.


