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Sete anos, sete prédios: a Construtora Laguna por Ana Paula Mello

Em dezembro de 2020, Ana Paula Mello completou sete anos na Laguna e repassou os sete prédios lançados no período, do MAI Home ao PINAH.

Em dezembro de 2020, Ana Paula Mello completou sete anos como coordenadora de desenvolvimento imobiliário da Construtora Laguna. No mesmo mês, a empresa lançou o PINAH, o sétimo empreendimento desde a chegada dela. Ana aproveitou a coincidência para escrever um artigo sobre esses sete projetos. Este texto segue o roteiro dela, com o que aconteceu com cada prédio depois.

"Cada projeto tem a sua personalidade e busca contar uma história através da sua arquitetura, do conceito, do nome, e de todos os elementos que o compõem", escreveu. O antigo slogan da Laguna era "sempre diferente", e a inspiração costumava vir de projetos de fora do país.

2013: MAI Home e MAI Work

"MAI" vem da palavra "água" em árabe. A arquitetura buscou as formas orgânicas e a transparência da água: abas curvas e desencontradas e fachada de vidro voltada para o Parque Barigui. Para que os grandes panos de vidro não comprometessem o conforto, o projeto teve consultoria de desempenho termoenergético, que também reduziu o consumo de energia. Os dois prédios foram entregues em 2017.

2015: LLUM Batel

Num dos últimos terrenos da Avenida Visconde de Guarapuava, no Batel, com face norte, a inspiração foi um diamante lapidado e a luz que ele recebe e reflete. "LLUM" quer dizer "luz" em catalão. Para Ana, foi o projeto que consolidou o padrão construtivo da Laguna em sustentabilidade e conforto.

O LLUM foi o primeiro residencial do Brasil a obter a pré-certificação LEED Gold. Depois da entrega e da medição dos resultados, recebeu a certificação definitiva em 2020. O prédio gera energia renovável, e as residências consomem 15% menos energia e 20% menos água que o padrão de referência da certificação.

2017: ROC Batel

ROC é a abreviação de Residence Open Concept. A ideia era um prédio ligado à cidade e flexível: sem muro separando o edifício da rua, com painéis móveis na fachada e plantas abertas, que o morador adapta ao próprio jeito de viver. A referência de arquitetura e de modo de vida veio de Nova York.

2018: MAI Terraces e ALMÁA Cabral

Foi o ano de dois lançamentos e do primeiro lançamento da Laguna na região norte da cidade.

O MAI Terraces reforçou o endereço criado pelo MAI Home. A inspiração foi o Beirut Terraces, dos arquitetos suíços Herzog & de Meuron, e o diferencial são os terraços que ligam cada apartamento à paisagem. As torres se chamam Sunrise e Sunset, nascer e pôr do sol. O prédio foi entregue em abril de 2023.

O nome do ALMÁA vem do Umm-al-Maa, oásis na Líbia, e a arquitetura dos Emirados serviu de base para um oásis urbano: as três torres se organizam em volta de uma grande praça central, com vista para o campo de golfe do Graciosa Country Club, no Cabral. Placas fotovoltaicas geram a energia para abastecer um carro elétrico por unidade, conceito que a Laguna apresentou na época como inédito no mercado. Foi entregue em 2022.

2020: PINAH

O sétimo partiu das 13 araucárias preservadas no terreno, no Bigorrilho. O nome deriva de "pine" e faz referência à árvore típica do Paraná. Foi o primeiro empreendimento do Brasil com a pré-certificação WELL, selo internacional focado em saúde e bem-estar, e trouxe central de água filtrada e renovação de ar. Foi entregue em 2024.

Ana fechou o artigo de 2020 com uma frase: "Ainda temos muitos belos projetos e desafios pela frente." Os prédios que vieram depois estão em empreendimentos.

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