Construtora sustentável em Curitiba: os números da Laguna em 2017
Em 2017, o Iguaçu 2820 tinha 700 m² de telhado verde e o projeto do LLUM previa 35% menos energia no condomínio. Os números por prédio.
Em 2017, um estudo da consultoria Macroplan colocou Curitiba no topo do ranking das melhores capitais brasileiras para morar, à frente também no índice de saneamento e sustentabilidade. A construção civil pesa nessa conta, e a Laguna tinha números para mostrar a sua parte.
"A Laguna busca e desenvolve alternativas que contribuam para construções mais sustentáveis. Mais do que ser reconhecida como uma empresa inovadora e atenta às certificações em sustentabilidade como, por exemplo, o selo LEED, entendemos que ser sustentável é abraçar a qualidade de vida de toda a sociedade", disse na época André Marin, então diretor de incorporação da Laguna.
Certificação que vira número
O escritório da Laguna tinha sido reconhecido pelo LEED como um dos mais sustentáveis do Brasil, e o LLUM Batel foi o primeiro residencial do país a receber a pré-certificação LEED Gold. Uma certificação, porém, só vale pelo que mede. Em 2017, os números eram estes.
Escritório da Laguna. 48,5% de redução no consumo da iluminação e 30% no consumo total.
Iguaçu 2820. O edifício onde fica o escritório, também construído pela Laguna, tem 700 m² de telhado verde e 23% de redução no consumo de iluminação das áreas comuns.
LLUM Batel. O projeto previa 30% menos consumo de água do que uma construção tradicional, R$ 5.200 por ano de economia de energia em cada apartamento, 30% menos consumo de iluminação nas áreas comuns e 35% menos consumo de energia no condomínio.
MAI Home. Ainda em obra em 2017, tinha 41% de redução na energia do ar-condicionado.
MAI Work. Também em obra, somava 28% de redução no consumo total de energia do edifício e 30% na carga térmica, que é a capacidade de instalação do ar-condicionado.
O LLUM, o MAI Home e o MAI Work já foram entregues.
Fora do canteiro
O trabalho da Laguna em 2017 também passava pela cidade. A revitalização mais recente do teto da estufa do Jardim Botânico de Curitiba, um dos cartões-postais da capital, tinha sido feita pela construtora.
"Desde o abastecimento da água até os resíduos das obras, nosso mote é sempre aliar a sustentabilidade econômica e social com qualidade e conforto. Toda a sociedade ganha", resumiu Marin.
Veja os prédios: Iguaçu 2820 e LLUM Batel.


