Iluminação LED em apartamento: primeiro a janela, depois a lâmpada
Todo prédio da Laguna nasce com um estudo luminotécnico: a luz do sol entra primeiro, e o LED com sensor cobre o resto do dia.
Todo empreendimento da Laguna começa com um estudo luminotécnico, feito para aproveitar ao máximo a luz do sol. A ordem conta. Primeiro o projeto decide quanta claridade natural entra em cada ambiente; só depois vem a lâmpada, para as horas em que o sol não alcança. Essa lâmpada, hoje, é LED.
A luz que vem da janela
No LLUM Batel, na Avenida Visconde de Guarapuava, 5345, o nome já anuncia o programa: llum quer dizer "luz" em catalão. O projeto de Flávio Schiavon usa fachada panorâmica e esquadrias amplas para levar a luz natural para dentro das unidades, a maioria delas ocupando um andar inteiro.
No JOÁ, em obras no Cabral, a meta tem número. O projeto prevê luz natural em 75% a 100% da área dos ambientes de longa permanência, o bastante para dispensar a luz artificial em pelo menos metade do tempo entre 8h e 18h. A régua é a da certificação WELL: 300 lux ou mais em 50% das horas do ano, nesse mesmo intervalo.
Quem desenha a luz
O estudo luminotécnico tem autor, e a Laguna contrata escritórios específicos para isso. No ROC Batel, o projeto luminotécnico é de Regina Bruni. No MAI Terraces, em frente ao Parque Barigui, do Studio IX. No JOÁ, de Franco+Berriel. Cabe a eles decidir onde a luz bate, com que intensidade e em que tom.
Por que LED
Quando escurece, a escolha é o LED. Os números que a Laguna usava em 2016 para defender a troca continuam explicando a decisão. A vida útil é de no mínimo 50 mil horas, cerca de cinco vezes a de uma lâmpada convencional. A economia de energia chega a 80% em relação à incandescente, e, para a mesma capacidade luminosa, o LED pode gastar dez vezes menos que uma dicroica.
Há ainda duas vantagens que pesam no projeto. O LED não usa mercúrio. E permite variar a cor, inclusive entre vários tons de branco, o que deixa ajustar temperatura e intensidade a cada ambiente.
LED com sensor: o escritório no Iguaçu 2820
A lâmpada sozinha resolve metade da conta. No escritório que a Laguna montou no 21º andar do Iguaçu 2820, as lâmpadas de baixo consumo trabalham com sensores dimerizáveis no protocolo DALI. Um software lê a luz natural disponível e define quanto cada grupo de luminárias deve fornecer. Se o sol entra forte pela janela, a luminária baixa.
O resultado, medido no processo de certificação LEED, foi 48,5% de economia na iluminação, acima do padrão de referência do próprio selo. Os circuitos de iluminação, tomadas e climatização foram separados no quadro, para que cada consumo pudesse ser medido à parte.
Na Galeria Laguna, a luz acende aos poucos
Na Galeria Laguna, na Avenida do Batel, 1713, a iluminação é 100% LED com fotossensores. As luzes acendem gradualmente, conforme a luz natural disponível. É uma peça do sistema que levou o prédio ao LEED Zero Energy, com toda a energia da operação vinda de fonte solar.
Janela, sensor, lâmpada. É nessa ordem que a luz entra num projeto da Laguna.
Veja os prédios: LLUM Batel e JOÁ. Sobre o selo de bem-estar: Certificação WELL.


