Morar perto de áreas verdes em Curitiba: golfe, parque e araucárias
ALMÁA Cabral diante do golfe do Graciosa, MAI Terraces em frente ao Barigui e PINAH com 13 araucárias: o verde como endereço.

O ALMÁA Cabral fica em frente ao campo de golfe do Graciosa Country Club. O MAI Terraces, na Rua Luísa Dariva, 99, fica em frente ao Parque Barigui. O PINAH, no Bigorrilho, guarda no próprio terreno 13 araucárias preservadas. São três formas de morar perto do verde em Curitiba, e cada uma resolve uma coisa diferente.
O que o verde muda no dia a dia

Áreas verdes convidam a sair de casa. Caminhar, correr, andar de bicicleta, fazer yoga ou só olhar a paisagem fica mais fácil quando o parque está do outro lado da rua e não a vinte minutos de carro.
O verde também mexe com o ar. O tráfego intenso dos centros urbanos concentra gases poluentes e aumenta a sensação de abafamento. Perto de árvores e gramados, a fotossíntese e a sombra deixam a temperatura mais agradável e o ar menos seco, o que faz diferença para quem tem problemas respiratórios.
E há o efeito menos mensurável: um lugar para sair da rotina acelerada sem pegar a estrada. Parques e praças também recebem feiras, eventos e atividades ao ar livre que ocupam o fim de semana.
O verde em frente: o golfe do Graciosa
No Cabral, o ALMÁA Cabral, entregue em 2022, ocupa um terreno de 5.550 m² em frente ao campo de golfe do Graciosa. Parte das unidades olha para o campo; outras, para a Serra do Mar. O bairro completa com praças e ciclovias.
O verde, aqui, é paisagem e é também projeto. As residências, as coberturas e as áreas comuns do ALMÁA foram pensadas com muita luz natural e ambientes arejados, e o paisagismo traz para dentro do condomínio o verde do entorno.
O verde ao lado: o Parque Barigui
O MAI Terraces, entregue em abril de 2023, tem duas torres em frente ao Parque Barigui. Além da vista do parque, o condomínio integra às áreas comuns um bosque preservado no próprio terreno.
É o caso de quem quer o parque como quintal: a caminhada começa na calçada do prédio.
O verde dentro: o bosque do PINAH
O PINAH, entregue em 2024, fica perto da Praça da Espanha, num trecho bem urbano da cidade. O verde dele está dentro do terreno: um bosque de cerca de 1.000 m² com 13 araucárias preservadas e árvores frutíferas nativas da região, escolhidas para atrair as aves.
Aqui, a lógica se inverte. Em vez de procurar o prédio ao lado do parque, o projeto preservou o pedaço de mata que já estava ali.
Três respostas para a mesma pergunta
Golfe em frente, parque ao lado ou bosque dentro do terreno. A escolha depende do que se quer: paisagem, uso diário ou árvore na janela. O que os três têm em comum é que o verde não foi tratado como enfeite de folheto. Ele estava no endereço antes do prédio.
Mais em ALMÁA Cabral, MAI Terraces e PINAH.


