· A Laguna faz · PINAH

As obras de arte do PINAH: Alfi Vivern, Marilene Ropelato e mais

Escultura de Alfi Vivern na entrada, alumínio de Marilene Ropelato no hall: as obras criadas para o PINAH, com curadoria da Galeria Zilda Fraletti.

As obras de arte do PINAH: Alfi Vivern, Marilene Ropelato e mais

A entrada do PINAH, na Alameda Presidente Taunay, no Bigorrilho, recebe uma escultura em pedra de Alfi Vivern, artista argentino radicado em Curitiba. É a primeira de um conjunto de obras escolhidas para o prédio pela Galeria Zilda Fraletti, em conjunto com o escritório Jayme Bernardo, autor dos interiores, e a Laguna. O critério da curadoria foi o mesmo que orienta o projeto: trazer o verde e a natureza para dentro.

Na entrada, a pedra

Fachada do PINAH iluminada ao anoitecer, entre prédios de Curitiba

A escultura de Alfi Vivern trabalha com cortes e linhas na pedra, e mostra o que a matéria-prima pode virar. Colocada na entrada, ela é vista pelos moradores e por quem passa na calçada da Presidente Taunay.

No hall, o alumínio

Hall com escada helicoidal, painéis de madeira ripada e poltronas, no PINAH

No hall de entrada, a artista plástica Marilene Ropelato assina uma escultura em alumínio de formas orgânicas que se repetem na vertical. Os traços sinuosos e entrelaçados contrariam a rigidez do metal e conversam com as curvas do ambiente. O trabalho da artista é marcado pelo abstracionismo e por cores ligadas a elementos naturais.

Nos elevadores, o bosque em tinta

Jardim do PINAH com banco de madeira escultural e canteiros em degraus
Quadro de formas verdes no hall do PINAH, com vasos de plantas

Nos acessos aos elevadores, duas pinturas de Cristina Barrancos partem do bosque de araucárias do prédio. São acrílicas sobre tela que misturam elementos orgânicos e abstratos, entre o que se vê e o que se imagina.

No hall de elevadores do térreo, um trio de quadros de Ana Serafin, também em acrílica, aposta na linguagem abstrata: linha, gesto e liberdade de forma e cor.

Quadro abstrato preto e branco sobre sala com mesas, no PINAH

Uma tela pintada ao vivo

Num evento do PINAH, o artista Eduardo Bragança pintou uma tela em tempo real diante dos convidados. A obra passou a fazer parte do acervo do prédio.

Artista posando ao lado de tela pintada, em varanda à noite

A arte e o resto do prédio

As obras dividem o hall social com outros elementos que traduzem o conceito do PINAH: vegetação, madeira, mármore e uma escada escultórica. Nas unidades, as cores quentes remetem ao pinhão, e as floreiras das sacadas desenham a fachada.

Lá fora, o bosque de 986 m², com araucárias preservadas e árvores frutíferas, é a referência que atravessa as obras de Barrancos e a curadoria inteira.

Mais sobre o prédio em PINAH.

Outubro de 2024Todos os posts
Leia também
Arte no empreendimento: as obras escolhidas para o PINAH
› Como se faz um Laguna

Arte no empreendimento: as obras escolhidas para o PINAH

No PINAH, a curadoria da Galeria Zilda Fraletti com Jayme Bernardo escolheu obras ligadas ao bosque de 13 araucárias, da entrada aos elevadores.
PINAH recebe o WELL Platinum: bem-estar como critério de mercado
› A Laguna faz

PINAH recebe o WELL Platinum: bem-estar como critério de mercado

O PINAH recebeu o WELL Platinum e se tornou o primeiro residencial certificado da América Latina. O selo foi entregue em Curitiba pela diretoria do IWBI.
PINAH é entregue pela Laguna: 32 residências no Bigorrilho
› A Laguna faz

PINAH é entregue pela Laguna: 32 residências no Bigorrilho

Em 2024, a Laguna entregou o PINAH, seu 14º empreendimento em 28 anos: 32 residências suspensas de 169 m² a 447 m² na Alameda Presidente Taunay.
Fechar ×
Fale com um consultor

Como podemos te atender?

Recebido.
Um consultor Laguna fala com você em breve.
Fale com um consultor