Terraço no apartamento: do MAI Terraces ao ALMÁA Cabral
O MAI Terraces leva o terraço no nome e em todas as 38 unidades. Como a Laguna usa o terraço no MAI, no ALMÁA Cabral e no ROC Batel.

O MAI Terraces, na Rua Luísa Dariva, 99, em frente ao Parque Barigui, leva o terraço no nome e em todas as suas 38 unidades. Em cobertura e em apartamento jardim, terraço é comum. Num prédio de duas torres e 24 pavimentos cada, uma residência por vez, é uma decisão que começa na estrutura.
Um elemento antigo

O terraço acompanha a arquitetura desde a antiguidade como forma de ligar a casa à paisagem. Foi essa a referência declarada do MAI Terraces: manter a sensação de chão firme e, ao mesmo tempo, abrir a vista para o horizonte.
Na rotina, o terraço é a parte da casa que muda de uso com a estação. Recebe mesa e churrasqueira num sábado de calor, vira horta com a luz da manhã, serve de pausa no fim do dia. Por receber muita luz natural, é bom lugar para cultivar ervas, verduras e flores.
MAI Terraces: o terraço que pede estrutura
As torres Sunrise e Sunset reúnem residências suspensas, duplex e coberturas de 245 m² a 550 m², todas com 4 suítes. O conceito de residência suspensa é o de ter o espaço de uma casa com a comodidade de um apartamento, e o terraço é onde essa ideia fica visível.
Para chegar a uma fachada com movimento e balanço entre os andares, cada pavimento recebeu um conjunto de estruturas provisórias durante a obra. Depois, as abas do edifício foram revestidas com porcelanato, com pingadeira metálica e um material que repele a água da chuva e evita manchas. As janelas de vidro vão do piso ao teto, e a vista é a do Parque Barigui. O prédio foi entregue aos moradores em abril de 2023.
ALMÁA Cabral: o terraço no nível do jardim
No ALMÁA Cabral, na Avenida Nossa Senhora da Luz, 714, o prédio é horizontal: seis pavimentos num terreno de 5.550 m², em frente ao campo de golfe do Graciosa Country Club. As residências jardim, de 499 m² a 573 m², têm terraço descoberto. Ali o terraço fica perto do chão e do verde, mais quintal do que mirante.
ROC Batel: 72 m² descobertos no Batel
No ROC Batel, na Rua Francisco Rocha, 165, a cobertura de 312 m² privativos tem 72 m² de terraço descoberto. É o tipo de área que, num bairro denso como o Batel, funciona como o quintal que a cidade não oferece.
O LLUM Batel segue a mesma lógica no topo: a cobertura duplex tem terraço próprio.
Cobrir ou não cobrir
Terraço descoberto pede uma cobertura parcial, ao menos. Com ela o espaço serve com qualquer tempo: sombra no verão, menos vento no inverno. Para o calor, ombrelones; para o frio de Curitiba, aquecedores externos.
Móveis e piso para área aberta
O mobiliário de terraço precisa aguentar sol e chuva. Fibras sintéticas, acrílico e alumínio são os materiais mais indicados, e os tecidos devem ser impermeáveis.
No piso, a regra é ser antiderrapante e fácil de limpar. A cerâmica resiste bem à variação de temperatura. A pedra dura muito e pede pouca manutenção. O cimento permite variar o tom. A madeira dá um aspecto mais rústico, mas cobra mais cuidado. O piso escolhido precisa conversar com o resto da decoração.
No MAI Terraces, o terraço vai da primeira à última unidade das duas torres.
Mais sobre os prédios em MAI Terraces, ALMÁA Cabral e ROC Batel.


