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Certificação LEED e GBC Brasil: como funcionam os dois selos

O LLUM Batel foi o primeiro residencial do Brasil a buscar o LEED Gold e o conquistou em janeiro de 2020. Como funcionam o LEED e o GBC Brasil.

Certificação LEED e GBC Brasil: como funcionam os dois selos

O LLUM Batel, na Avenida Visconde de Guarapuava, 5345, foi o primeiro residencial do Brasil a buscar a certificação LEED Gold e a conquistou em janeiro de 2020. Em fevereiro daquele ano, o ROC Batel estava em processo de certificação GBC Condomínio Ouro, e o ALMÁA Cabral e o MAI Terraces, em processo de GBC Condomínio Platina. São dois selos diferentes, com réguas diferentes.

GBC Brasil

O Green Building Council Brasil é uma organização não governamental que fomenta a construção sustentável no país, com atuação junto ao governo e à sociedade civil. Trabalha na capacitação técnica de profissionais, na difusão de informação e na promoção de processos de certificação. Em 2020, tinha o apoio de 800 empresas, entre construtoras, incorporadoras, bancos e fornecedores.

O selo GBC Brasil tem quatro níveis: Verde, Prata, Ouro e Platina. Divide-se em GBC Brasil Casa e GBC Brasil Condomínio, e persegue seis objetivos:

Na prática, essas metas reduzem custos de operação e o envio de resíduos para aterros, cuidam da energia e da água e controlam a emissão de gases CFC.

A avaliação cobre oito categorias: Implantação; Eficiência Energética; Uso Eficiente da Água; Materiais e Recursos; Qualidade Ambiental Interna; Requisitos Sociais; Inovação e Projeto; e Créditos Regionais.

LEED

O LEED existe desde 1993 e, em 2020, era usado em mais de 160 países. Vale para qualquer tipo de edifício e cobre projeto, obra e operação.

A avaliação combina pré-requisitos obrigatórios e créditos que somam pontos. A soma define o nível:

As categorias olham para a implantação do prédio, a qualidade do ambiente interno, o uso da água, a energia, os materiais e os processos, além da inovação.

Como o LLUM chegou ao Gold

As residências do LLUM consomem 20% menos água. Metais e louças de baixa vazão, nas áreas comuns e nas unidades, fazem a economia sem tirar conforto.

Na energia, a redução passou de 15%. Ela vem de iluminação com luminárias de LED e sensores de presença, da otimização da fachada, do ar-condicionado tipo VRF e da exaustão da garagem controlada por sensores de demanda.

Nenhum produto ou equipamento de climatização do prédio usa ou emite gases CFC, o que protege a camada de ozônio. Adesivos, tintas e selantes têm baixo teor de compostos orgânicos voláteis (COV), para o ar de dentro de casa ficar mais limpo.

O LLUM também tem placas fotovoltaicas e adquiriu certificados de energia renovável (REC) equivalentes a 90% do consumo das áreas comuns em dois anos.

Mais sobre o desempenho dos prédios em Performance e sobre o LLUM em LLUM Batel.

Fevereiro de 2020Todos os posts
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