Comprar apartamento na planta em Curitiba: a lição do ROC Batel
No ROC Batel, quem comprou durante a obra definiu quantos quartos teria. O que muda ao comprar apartamento na planta em Curitiba.

No ROC Batel, na Rua Francisco Rocha, 165, quem comprou durante a obra decidiu quantos quartos teria, se a área social seria integrada e quais acabamentos entrariam. As 31 residências foram desenhadas em planta aberta, o conceito Open Plan, para serem montadas com ou sem paredes. É a vantagem mais concreta de comprar um apartamento na planta: a casa fica pronta do jeito do morador, sem reforma depois da entrega.
Quando a Laguna publicou a primeira versão deste texto, em 2019, o curitibano voltava a comprar na planta. Segundo a Ademi-PR, a compra de apartamentos novos na cidade cresceu 11,2% em 2018 em relação ao ano anterior.
Personalizar antes da primeira parede

O ROC levou a ideia ao limite. As unidades vão de 104 m² a 314 m², com uma a três suítes e pé-direito livre de pelo menos 3 metros, duplo em algumas delas. Com essa altura e sem paredes fixas, cada comprador desenhou a casa que queria.
"A Laguna trabalhou para entregar residências para viver e morar, em vez de apartamentos com plantas padrão", disse Fernanda Marques, arquiteta responsável pelos interiores do prédio.
A personalização continua no TREVI Batel, em obras na Rua Hermes Fontes, 597, com entrega prevista para 2026. O projeto prevê ajuste de planta e de acabamentos unidade por unidade.
Mais plantas para escolher
Quem chega cedo encontra o leque inteiro. No MAI Terraces, em frente ao Parque Barigui, cada uma das duas torres tem 14 residências suspensas, quatro duplex e uma cobertura duplex. Os duplex vão de 426 m² a 550 m², com pé-direito duplo no living. Tipologias assim são poucas em cada prédio.
Preço e despesas
Em 2019, a revista Época Negócios estimava que um imóvel comprado na planta custava de 20% a 40% menos do que o mesmo imóvel depois de pronto. A construtora também costuma ter mais margem de negociação nessa fase.
Há ainda um ganho de caixa: enquanto as chaves não são entregues, o comprador não paga condomínio nem IPTU.
O que o projeto entrega depois
Certos itens só fazem diferença com o prédio ocupado, e eles se decidem na planta. O ALMÁA Cabral e o MAI Terraces foram projetados com placas fotovoltaicas que cobrem cerca de 30% da energia das áreas comuns e com vagas preparadas para recarga de carros e bicicletas elétricas. É economia que aparece na conta do condomínio todo mês, por escolha feita anos antes da entrega.
Conhecer quem constrói
Comprar na planta é comprar uma promessa. Por isso vale visitar prédios já entregues pela mesma construtora, ver os acabamentos de perto, conferir se os prazos foram cumpridos e quais certificações cada prédio recebeu. O ROC Batel foi entregue no prazo previsto, mesmo com a cerimônia de entrega transformada em assembleia virtual.
Tempo para a mudança
O prazo da obra também é tempo de planejamento. Dá para desenhar os móveis, pensar a decoração, conhecer o bairro e organizar a nova rotina da família sem pressa.
No ROC, a planta aberta era a regra. Em qualquer obra, a janela para escolher fecha quando a parede sobe.
Veja os prédios: ROC Batel, MAI Terraces e TREVI Batel.


