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Morar no Batel: do ROC sem muro à Avenida do Batel

Sem muro na Rua Francisco Rocha, 165: como o ROC Batel, o LLUM, o VAZ e o TREVI respondem ao jeito de morar no Batel.

Morar no Batel: do ROC sem muro à Avenida do Batel

Na esquina da Rua Francisco Rocha, 165, com a Avenida Visconde de Guarapuava, o ROC Batel não tem muro nem grade. O nome é sigla de Residence Open Concept. Abrir o térreo para a calçada foi a forma que a Laguna encontrou de responder a uma pergunta simples: o que significa morar no Batel?

A resposta passa pela rua. O Batel tem vocação mista, com escolas, clubes, restaurantes, supermercados, shoppings e bancos a poucos passos de casa, e a Praça do Japão como pausa verde no meio da rotina. Quem mora ali anda a pé.

Um bairro onde se mora e se trabalha

Fachada com painéis de cobre vista do térreo, ROC Batel

Em 2018, o banco francês BNP Paribas tratava a região em torno da Praça do Japão como ponto estratégico para os seus negócios em Curitiba. Hely Fonseca Junior, que atuava na área de Wealth Management do banco, contou na época que a maioria dos seus clientes morava no Batel e no Água Verde. Atender perto de casa era parte do serviço.

Foi nesse Batel que a Laguna construiu vários dos seus residenciais e abriu o seu espaço de atendimento. Cada prédio responde ao bairro de um jeito.

ROC Batel: sem muro, com segurança

O projeto do ROC nasceu de uma viagem e de uma escuta. "Ouvimos os moradores do Batel, visitamos empreendimentos nova-iorquinos, investimos em conceitos e tecnologias de padrão internacional que permitirão aos moradores viver com segurança, mas sem muros e numa relação afetiva com o bairro", disse Gabriel Raad, então diretor geral da Laguna. A referência declarada foi o High Line, o parque linear de Nova York.

Sem muro não quer dizer sem proteção. O ROC tem porte-cochère para embarque e desembarque, eclusa social e de serviço, guarita blindada e fechadura biométrica na porta principal. São 31 residências de planta aberta, que o morador pode montar com ou sem paredes, e uma araucária preservada no terreno, com um pocket park e uma passarela suspensa em volta dela. Em 2018, ainda em obra, o projeto rendeu à Laguna o prêmio Incorporador do Ano da Ademi-PR na categoria Sustentabilidade.

LLUM Batel: a luz na Visconde de Guarapuava

Na mesma avenida, no número 5345, fica o LLUM Batel. O nome quer dizer "luz" em catalão, e o desenho de Flávio Schiavon puxa a luz natural para dentro com fachada panorâmica e esquadrias amplas. É uma torre de 20 pavimentos com só 15 unidades, a maioria ocupando um andar inteiro, de 385 a 616 m².

O LLUM foi o primeiro prédio residencial do Brasil a receber a pré-certificação LEED nível Gold, concedida pelo GBC Brasil.

VAZ Batel e TREVI Batel: o bairro mais perto do chão

O VAZ Batel, na Avenida Vicente Machado, 1.056, foi entregue em novembro de 2024. São 63 residências de 53 a 125 m², perto da Praça da Espanha, do Pátio Batel e do Parque Gomm. Um prédio para quem quer o bairro inteiro ao alcance da caminhada, com arquitetura de Architects Office e Triptyque e certificação WELL nível Gold.

O TREVI Batel, na Rua Hermes Fontes, 597, a uma quadra do Shopping Pátio Batel, está em obras, com entrega prevista para 2026. São 26 residências em duas torres baixas de seis pavimentos, Marmo e Rocca, organizadas em volta de um átrio, releitura dos pátios italianos.

A Avenida do Batel

O endereço onde a Laguna recebe quem quer conhecer os seus prédios também fica no bairro: a Galeria Laguna, na Avenida do Batel, 1713, aberta em setembro de 2022.

Morar no Batel, para a Laguna, é ter a cidade como extensão da casa.

Veja os prédios: ROC Batel, LLUM Batel e VAZ Batel.

Fevereiro de 2018Todos os posts
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